| BOLETIM 486 semana 20 a 26 de fevereiro 2011 | | Imprimir | |
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Alguns modelos de comunhão na igreja Sl. 133 - II Co. 13:5-8; 11-13 O contexto de relacionamento que o Senhor deseja que vivamos é bem diferente do modelo que muitos de nós temos experimentado. Gostamos bastante da comunhão baseada na gostosa amizade e na cumplicidade com as pessoas. Mas Deus vai além, pois deseja que sejamos unidos aos outros por meio da comunhão em espírito, pela qual experimentamos a benção da vida. Sabemos que todo aquele que deseja fazer parte do Reino de Deus não deve caminhar sozinho. Ter companheiros é um princípio bíblico (Gn. 2:18). Contudo, há várias formas de vivenciar isso. O apóstolo Paulo já alertava as igrejas acerca da importância de mudar os padrões de comunhão que os irmãos estavam adotando. E nós? Que tipo de relacionamento temos vivido? 1) Comunhão baseada em amizade e empatia: As pessoas oferecem bons relacionamentos, convivem bem, gostam de estar juntas, promovem encontros agradáveis (nos GCEMs é muito comum), convidam um ou outro amigo, mas tudo isso não oferece crescimento espiritual. Os irmãos não são conduzidos à vida eterna. Amizades assim passam por muitas mudanças, pois são firmadas em sentimentos (II Co. 13:5-8). No caso dos GCEMs, fica meramente um grupo social. 2) Comunhão seletiva Grupo que se fecha para as demais pessoas, é preconceituoso, julga pela aparência. Há irmãos que vivem rodeados por gente “evangélica”; algumas destas que não querem nada com as coisas de Deus. Assim, perdem a oportunidade de levar os ímpios a receber a vida eterna. Muitos são consumistas de bênçãos; não demonstram amar o Senhor, pois, se assim fizessem, buscariam uma comunhão inclusiva e aqueles que não conhecem a Palavra seriam incluídos e receberiam parte da bênção da vida eterna. (Mc. 2:15-17) 3) Comunhão em Espírito e em amor A comunhão baseada no Espírito Santo é duradoura, não se apóia na empatia, não tem como principal interesse o desejo de agradar as pessoas. A comunhão não é completa e perfeita apenas quando vamos ao GCEM. Todos devem estar no mesmo propósito de buscar a Deus para que o grupo possa gerar vida (Fp. 2:1-2). Cada um de nós é responsável por edificar a igreja por meio de uma vida cheia do Espírito Santo. Quem se dispõe a viver esse tipo de relacionamento também busca a santidade (I Ts. 4:1-12). Por meio do exemplo, levamos as pessoas a experimentar a salvação. Quando vivemos assim, buscamos amar e perdoar sem hipocrisia (I Pe. 4:8). O amor de Deus derramado em nós é leve, livre e nos faz amar e perdoar incondicionalmente (I Pe. 4:8).
Baseado na ministração do Pr. Horácio Perim
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