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BOLETIM 456 semana 25 a 31 de JULHO 2010 |
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Salvação por meio da graça e do amor
Mc. 10:17-22
Há muitas coisas que podemos fazer no Reino de Deus (ir à igreja, entregar nossos dízimos, evitar os “grandes pecados”...). Nada disso tem valor se não tivermos intimidade com Deus. O jovem rico mostrou a Jesus todas as coisas que tinha feito e se dispôs a fazer mais coisas para herdar a vida eterna. A resposta de Jesus alcançou o coração do moço rico, pois até então o relacionamento dele com Deus era superficial. Jesus desejou levar o jovem a entender as coisas numa dimensão espiritual. A verdade da resposta do Senhor (v.21) tirou todos os argumentos que o moço usava para satisfazer suas vontades e demonstrar sua capacidade de realizar algo. Desse relato bíblico, podemos tirar os seguintes ensinamentos:
- O “fazer algo” por nós mesmos satisfaz o nosso “eu” e mostra que realizamos coisas para conquistar a aprovação dos outros.
O jovem achava que era irrepreensível, pois cumpria todas as regras. O “fazer” é uma armadilha. (Gl. 5:1-5)
- Precisamos “ser” pessoas que têm prazer de se relacionar com Deus e os irmãos.
- Podemos aceitar a Cristo, mas não reconhecer a graça. Nós amamos as pessoas somente se formos retribuídos. Deus nos amou sem exigir algo em troca. Isso nos incomoda.
- Nada precisamos fazer para experimentar a salvação. (Gl. 3:22)
Precisamos abrir mão de nós mesmos para amar a Deus. As coisas que fazemos também não terão valor se não houver amor. (Gl. 5:6) Quem vive pela fé e não pelo que pode fazer, vive pelo amor, que é o elo (Jo. 13:34-35). Quando amamos o próximo e a Deus, já cumprimos toda a lei (Gl. 5:14).
Baseado na ministração do Pr. Horácio Perim
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BOLETIM 455 semana 18 a 24 de JULHO 2010 |
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Pequenas e grandes necessidades
Jo. 2:1-12
As catástrofes relatadas no Velho Testamento se repetem nos dias atuais. A necessidade de ver grandes milagres acompanha a humanidade desde a criação do mundo. Ter necessidade de coisas pequenas, também é comum a todos os homens. Deus observa tudo. A parábola das Bodas de Caná relata um caso de intercessão por uma necessidade simples (a falta de vinho). Jesus atendeu ao pedido e fez o milagre. O Senhor quer nos ouvir e nós...
- Pensamos que há tantos problemas maiores que o nosso (guerras, fome, deficiência física), e nos inibimos a orar por pequenas necessidades; (Ex.: a falta do vinho nas bodas era uma necessidade aparentemente supérflua)
- Não assumimos diante de Deus, em oração, nossas pequenas e grandes dificuldades, pois pensamos que vamos incomodá-Lo;
- Esquecemos que as coisas que parecem simples para nós, para Deus são muito importantes. Se for uma necessidade nossa, ou algo que nos incomoda, isso basta para Deus.
- Não percebemos o que de fato as pessoas precisam. Muitas vezes, são coisas simples, que nós mesmos poderíamos suprir. Podemos interceder por uma pessoa, e Deus nos atender e abençoar esse irmão, sem que ele mesmo perceba.
Não podemos perder a oportunidade de clamar e apresentar pequenas e grandes necessidades a Deus. Perderemos o milagre se nos preocuparmos com a intervenção de Deus em nosso favor. Se o Senhor tira algo de nós, é porque já não servia mais. Nossa aparente “timidez” em apresentar pequenas e grandes necessidades impede o mover de Deus em nosso meio.
Baseado na ministração do Márcio Dias
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